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Tudo o que já escrevemos sobre marketing médico
Por Grupo Bravum · Publicado em · Atualizado em
Cada página aqui responde a uma pergunta que um médico já nos fez. Não são artigos escritos para preencher calendário: são as dúvidas que aparecem na primeira conversa, respondidas com o que a norma permite e com o que a gente vê acontecer em consultório.
Se você chegou procurando uma coisa específica, comece pelo grupo que descreve a sua situação. Se chegou sem saber por onde, a ordem das etapas está em como divulgar um consultório médico.
Para começar
O que é marketing médico, o que a norma do CFM permite e por onde começar quando não se sabe por onde.
Por especialidade e por cidade
O que muda na comunicação de cada especialidade, e como a exclusividade por cidade funciona.
- Marketing médico em RecifeAgência de marketing médico com equipe em Recife: presença no Google, conteúdo, site, anúncios e treinamento de quem atende. Uma especialidade por cidade, e diagnóstico gratuito.
- DermatologistasParte da concorrência não é médica e pode prometer o que você não pode. Como usar a norma a favor, equilibrar dermatologia clínica e estética e publicar antes e depois dentro da CFM 2.336/2023.
- Cirurgiões plásticosO paciente decide em meses, não em cliques. As três etapas da decisão, a norma mais apertada do marketing médico e por que anúncio acelera mas não substitui autoridade.
- GinecologistasA paciente pesquisa sozinha, demora a marcar e escolhe por confiança. Como falar do que ela não comenta com ninguém, sustentar a indicação e proteger o sigilo em cada publicação.
- OftalmologistasA consulta de rotina enche a agenda e a cirurgia eletiva sustenta a clínica. O que mostrar dentro da norma, por que o medo trava mais que o preço e quando o anúncio de busca compensa.
- Clínicas médicasO paciente segue o médico, não a clínica. Como construir autoridade de vários especialistas sem que a agenda vá embora junto com quem sai, e as cinco decisões que vêm antes de qualquer post.
- OrtopedistasA consulta de convênio enche a agenda e a cirurgia eletiva sustenta a clínica. O que mostrar dentro da norma do CFM, e a diferença entre operar e só consultar.
O que a norma do CFM permite
A Resolução CFM 2.336/2023 na prática: o que foi liberado, o que continua proibido e o que depende de contexto.
- O que a Resolução CFM 2.336/2023 permiteO que um médico pode e não pode comunicar desde a Resolução CFM 2.336/2023: antes e depois educativo foi liberado, depoimento de paciente é condicionado e não proibido, e o que a norma veda é prometer resultado.
- Antes e depoisA Resolução CFM 2.336/2023 liberou o antes e depois com caráter educativo. As dez condições da norma, as quatro etapas e os quatro pacientes que o Manual da Codame exige, e por que post isolado não vale.
- Divulgar pós-graduaçãoSem RQE na área, a Resolução CFM 2.336/2023 exige o aviso NÃO ESPECIALISTA em caixa alta ao lado da pós-graduação. A regra do artigo 13, o exemplo permitido e vedado do Manual da Codame, e onde esse erro costuma nascer.
- O que é RQERQE é o Registro de Qualificação de Especialista, e pelo art. 13, §2º, da Resolução CFM 2.336/2023 é ele que define quem é especialista. Como consultar pela busca do CFM e os seis lugares onde a norma obriga a exibir o número.
- Foto e vídeo de cirurgiaO dia cirúrgico pode aparecer, a cirurgia acontecendo não. O que a Resolução CFM 2.336/2023 e o Manual da Codame dizem sobre bastidor, filmagem, live e equipe externa, e a exceção do parto.
- Publi de médicoPropaganda de remédio, suplemento ou produto com promessa esbarra no art. 11, IV, da Resolução CFM 2.336/2023, e a marca do insumo não entra no anúncio. O que a norma e o Manual da Codame dizem sobre farmácia, ótica, selo e conflito de interesse.
- Divulgar o valor da consultaPode: o art. 9º, VI, da Resolução CFM 2.336/2023 libera valor e forma de pagamento da consulta. O preço do procedimento fica fora do anúncio (item 8.4 do Manual), e desconto exige os preços dos três meses anteriores auditáveis.
- Desconto na consultaPode, em campanha promocional (art. 9º, VIII, da Resolução CFM 2.336/2023), sem venda casada nem prêmio e com os preços dos três meses anteriores auditáveis. O que muda com cupom, sorteio, cartão de desconto e desconto em troca de imagem.
- Cobrar retornoO retorno para mostrar exames não gera novo honorário (Resolução CFM 1.958/2010, art. 1º, §1º), com prazo a critério do médico. Outra doença, mudança do quadro e tratamento prolongado podem ser cobrados. Particular, convênio e como escrever a regra.
- Resolução de telemedicinaA regra é a Resolução CFM 2.314/2022: primeira consulta virtual permitida, presencial a cada 180 dias no paciente crônico, consentimento e prontuário. Atestado a distância, paciente de outro estado, valor e o que dá para anunciar.
- Cobrar laudo e relatórioAtestado nunca (Resolução CFM 2.381/2024, art. 5º, §1º). Relatório de quem acompanha o paciente sai sem custo por até seis meses; relatório especializado para perícia e parecer técnico são cobrados no serviço privado. INSS, convênio e SUS.
- GO e cirurgia íntimaPode: a lei não reserva a cirurgia íntima a uma especialidade. O que muda é o anúncio: RQE na peça, sem promessa e sem antes e depois íntimo em rede social.
- Oftalmo e blefaroplastiaPode, funcional ou estética. Por que plástica ocular não é título, a linha entre funcional e estética e como anunciar pálpebra e botox pela Resolução CFM 2.336.
- Oftalmologista e óticaO CFM admite o médico investidor, mas o Decreto 24.492/1934 proíbe o oftalmologista de ser sócio de ótica na localidade onde clinica e de indicá-la. Venda e consultório.
- Optometrista e óculosO STF (ADPF 131) manteve os decretos de 1930, mas afastou as restrições do optometrista com formação superior, e o STJ seguiu em 2026. Diagnosticar e tratar doença do olho segue ato médico, e o oftalmologista comunica a diferença entre medir o grau e examinar o olho.
- Otorrino e aparelho auditivoA norma do CFM não cita aparelho auditivo. O que o Código de Ética veda ao otorrino na venda, na indicação e na sociedade com loja, e o que vai para a Codame.
- Otorrino e rinoplastiaPode: a lei não reserva a rinoplastia a nenhuma especialidade. Como o otorrino anuncia a cirurgia pela Resolução CFM 2.336/2023 sem se apresentar como plástico.
- PRP e o CFMA Resolução CFM 2.464/2026 revogou a 2.128/2015 e liberou o PRP em quatro condições osteomusculares. O que o ortopedista pode anunciar e o que fica fora.
- Taxa de disponibilidade do obstetraO Parecer CFM 39/2012 aceita a cobrança combinada na primeira consulta, sem a operadora pagar o obstetra pelo parto; a ANS a trata como indevida. O termo e o que divulgar.
- Sorteio no InstagramSorteio de consulta e procedimento é vedado pela nota da Codame ao art. 9º, VIII. O que a norma diz sobre brinde, marca parceira, cupom e a Lei 5.768/1971.
- Chip da beleza e o CFMA Resolução CFM 2.333/2023 veda prescrever e divulgar hormônios androgênicos e anabolizantes com fim estético, e a gestrinona está entre eles. A reposição com deficiência comprovada segue permitida. O que a Anvisa decidiu em 2024 e o que o médico pode anunciar.
- Cobrar a falta do pacientePara o CFM, taxa de agendamento, multa ou retenção pela falta do paciente esbarram no art. 59 do Código de Ética Médica, e só uma resolução muda isso. O que dizem os despachos de 2022 a 2026, os CRMs que divergem, o CDC e o que fazer no lugar da multa.
- Atender pelo WhatsAppO Parecer CFM 14/2017 libera o WhatsApp para orientar e acompanhar quem já é paciente, com registro em prontuário. A consulta a distância é teleconsulta (Resolução CFM 2.314/2022) e não cabe num bate-papo comum. A fronteira entre orientar, triar e consultar.
- GO e remédio de emagrecerPode: receitar é ato de qualquer médico inscrito no CRM, e nenhuma norma reserva as canetas de GLP-1 a uma especialidade. O que muda é a bula de cada remédio e o que se pode anunciar: propaganda de medicamento e promessa de resultado são vedadas pela Resolução CFM 2.336/2023.
- Laqueadura: idade e regrasA laqueadura é permitida a partir de 21 anos ou com dois filhos vivos, com 60 dias de prazo e sem aval do cônjuge, pela Lei 9.263/1996 na redação da Lei 14.443/2022. O que mudou em 2022, a regra no parto e como o ginecologista comunica sem induzir, que a lei proíbe.
- Atender menor de idadeAdolescente de 12 a 18 anos com discernimento pode e deve ser atendido sozinho; criança abaixo de 12 anos precisa de responsável. O sigilo é da paciente, inclusive diante dos pais, salvo risco de dano. O que dizem o ECA, o art. 74 do CEM e o Parecer CRM-SC 04/2024.
- Acompanhante no exameToda mulher tem direito a acompanhante de livre escolha em consulta, exame e procedimento, sem aviso prévio, pela Lei 14.737/2023 (art. 19-J da Lei 8.080/1990). E a recomendação dos conselhos de uma terceira pessoa no exame, que protege o médico. O que o consultório não pode fazer.
- Ozonioterapia e o CFMA Resolução CFM 2.445/2025 revogou a 2.181/2018 e autorizou a ozonioterapia como terapia adjuvante para quatro feridas e, na dor, para osteoartrite de joelho e hérnia de disco. O que continua fora, quem pode aplicar e o que o ortopedista pode anunciar.
- Viscossuplementação no joelhoA viscossuplementação é ácido hialurônico intra-articular, coadjuvante na artrose do joelho; o Parecer CFM 5/2023 a libera para prescrição médica. A dúvida da cobertura pelo convênio (rol da ANS e Lei 14.454/2022) e o que o ortopedista pode anunciar sem prometer cura.
- Células-tronco na ortopediaO Parecer CFM 2/2020 trata as terapias com células-tronco como experimentais, de uso só em pesquisa (CEP/Conep), e diz que não podem ser anunciadas nem comercializadas. A diferença para o PRP e a ozonioterapia, que foram autorizados, e o que isso significa para o anúncio do consultório.
- Lente premium na catarataA cirurgia de catarata com lente intraocular tem cobertura obrigatória pela ANS, e cabe ao médico indicar a lente necessária; o modelo por preferência é outra conversa. O que o oftalmologista pode anunciar: sem preço de procedimento e sem prometer largar os óculos.
- Otorrino e harmonização facialPode: harmonização facial, toxina botulínica e preenchimento são ato médico de qualquer especialidade, e o otorrino já trabalha na face. O que muda é o anúncio: harmonização não é especialidade, então a peça leva o RQE em otorrinolaringologia, sem promessa e sem título que não existe.
Ser encontrado na busca
Ficha do Google, site, anúncio e plataformas: onde o paciente procura e o que decide quem ele encontra.
- Quanto custa um siteDomínio a R$ 40 por ano e hospedagem a partir de R$ 5,99 por mês, com renovação a R$ 23,99, em tabelas conferidas em 7 de outubro de 2026. O que faz o orçamento subir e as seis perguntas antes de aprovar.
- Por que não apareço no GoogleFicha inexistente, herdada da clínica, duplicada, não verificada ou com a categoria errada: as oito causas de um consultório não aparecer na busca, e o teste de cinco minutos que diz qual é a sua.
- Google AdsFunciona quando a demanda é espontânea, a consulta paga o clique e a base está pronta. Os cinco erros que consomem a verba em silêncio e por que o anúncio disputa a tela com o mapa gratuito.
- Tráfego pagoQuando o anúncio no Instagram e no Facebook faz sentido para o consultório, as regras do CFM e da Meta que valem ao mesmo tempo, a conta que define a verba e o que precisa estar pronto antes da primeira campanha.
- Médico precisa de site?Não no primeiro dia, e sim antes do primeiro anúncio. O que só o site faz, quando dá para esperar e a pergunta sobre domínio que evita a dor de cabeça da troca de fornecedor.
- Doctoralia vale a pena?Se você cancelar amanhã, o que sobra? O que a plataforma entrega de verdade, o custo que não está na mensalidade e para qual estágio do consultório ela tende a valer.
- Quanto custa o DoctoraliaOs três planos do profissional, de 12x R$ 429 a 12x R$ 679, o First Class cobrado à parte, a renovação automática do contrato anual e o que fica com você quando cancela.
- Dois endereços no GoogleUma ficha por local: o que as diretrizes do Google dizem para o médico que atende no consultório e numa clínica ou hospital, o nome em cada ficha e o que fazer quando alguém já criou a sua.
- Google Meu NegócioDistância, relevância e destaque decidem a posição do consultório no mapa. O que preencher na ficha do Google Meu Negócio e como tratar avaliações sem esbarrar no sigilo.
- Logo para ginecologistaA Resolução CFM 2.336/2023 regula a identificação da peça, não o desenho da logo. O que o art. 4º, o art. 5º e o Manual exigem na marca de ginecologia.
- Logo para oftalmologistaO clichê do olho em triângulo, círculo ou cílio nas buscas de logo de oftalmologia, e o que a Resolução CFM 2.336/2023 exige na peça: seu nome ou o da clínica.
- Logo para ortopedistaO que evitar na logo de ortopedia, a diferença entre marca de pessoa física e de instituto pela Resolução CFM 2.336/2023, e o Kit Identidade Médica da Bravum.
- Logo para otorrinoOs símbolos que mais se repetem nas buscas por logo de otorrino, por que pesam contra um consultório já estabelecido, e o que o CFM exige na peça.
- Site do ginecologistaPré-natal e ginecologia eletiva são jornadas diferentes e pedem páginas diferentes. O que entra sobre contracepção, DIU e climatério, e onde o preço do procedimento fica de fora.
- Site do otorrinoDor de ouvido e cirurgia de septo falam com públicos diferentes. O que muda para amígdala, sinusite e rinoplastia funcional, o conteúdo para pais e onde o preço do procedimento fica de fora.
- Identidade visual do consultórioIdentidade visual não é só a logo: paleta, tipografia, papelaria, fachada, perfil e template de post precisam repetir a mesma marca, dentro do que o CFM exige.
Reputação e avaliações
Como pedir, como responder e como não confirmar publicamente que alguém é seu paciente.
- Avaliações sem ferir o sigiloComo pedir avaliações no Google e responder sem confirmar que a pessoa é paciente. O que o Google proíbe: comprar avaliação, oferecer vantagem em troca e filtrar quem avalia.
- Responder avaliação negativaO dono do restaurante pode contar a versão dele, você não pode. O protocolo de quatro passos que não confirma vínculo, o que o Google remove de verdade e a defesa que se constrói antes.
Consultório, pacientes e decisão
Preço, atendimento, Instagram e a ordem das etapas: o que decide se a mesma verba rende ou evapora.
- Quanto custaO mercado de marketing médico trabalha entre 2% e 5% do faturamento do consultório. O que separa honorário de verba de mídia, o que faz o valor subir ou descer e a conta que diz se está caro.
- A secretária e o WhatsAppDuas consultas particulares perdidas por semana somam R$ 43 mil por ano. Os seis motivos pelos quais o paciente some entre a pergunta e a consulta marcada, e os cinco passos para corrigir, quatro deles sem custo.
- Confirmação de consultaModelos prontos para agendar, confirmar na véspera, remarcar e retomar quem faltou, quando mandar cada um e o que a mensagem não pode dizer por causa do sigilo médico e da LGPD.
- WhatsApp BusinessPerfil comercial, saudação, ausência, respostas rápidas, etiquetas e catálogo no consultório, onde o app gratuito para, quanto a API cobra desde 2025 e o que a norma do CFM pede do WhatsApp do médico.
- Como escolher a agênciaAs seis perguntas que separam quem entrega de quem não entrega, os sinais de que é melhor não assinar, e o teste de dois minutos para fazer antes de decidir.
- InstagramAs três perguntas que a bio precisa responder, a identificação que a norma exige na página principal do perfil e os cinco erros que mais aparecem em perfil de médico.
- O que postar no InstagramSeis pautas para o perfil do médico e da clínica, do bastidor do dia cirúrgico ao congresso contado para o paciente, com o limite da Resolução CFM 2.336/2023 em cada uma. E se vale usar o perfil pessoal ou criar outro.
- Como divulgar o consultórioSeis etapas na ordem certa: ficha do Google, avaliações, Instagram, atendimento, site e só então anúncio. A mesma verba rende ou evapora dependendo do que vem primeiro.
- Atrair pacientes particularesAntes de buscar volume, mude o mix: cada horário que vira particular multiplica o valor do mesmo horário. As quatro alavancas em ordem de retorno e o erro clássico de baixar o preço.
- Calendário: ginecologistaMarço Lilás, Agosto Dourado, Outubro Rosa e o Dia do Ginecologista: as datas do ano com a fonte de cada uma, e pauta educativa dentro da Resolução CFM 2.336/2023.
- Calendário: oftalmologistaAbril Marrom, Dia do Oftalmologista e Dia Mundial da Visão: as datas do ano com a fonte de cada uma, e pauta educativa dentro da Resolução CFM 2.336/2023.
- Calendário: ortopedistaDia do Ortopedista, Dia Mundial da Coluna e Dia Mundial da Osteoporose: as datas com a fonte de cada uma, e pauta educativa dentro da Resolução CFM 2.336/2023.
- Calendário: otorrinoDia Nacional do Otorrino, Dia Mundial do Sono e Dia Mundial da Voz: as datas com a fonte de cada uma, e pauta educativa dentro da Resolução CFM 2.336/2023.
- Montar uma clínica oftalmológicaNome, registro no CRM, ficha do Google antes de abrir, site e placa da fachada: o que resolver para ser encontrado ao abrir a clínica de oftalmologia.
- Instagram do ortopedistaJoelho, coluna, ombro, esporte e pé são conversas diferentes. O que fica fora do feed é a execução do procedimento, o que entra é o bastidor, e o antes e depois exige a peça completa da norma.
- Como abrir consultório médicoNome, registro de pessoa jurídica no CRM, ficha do Google antes de abrir, site, placa e WhatsApp: o que resolver para ser encontrado ao abrir o consultório.
- IA no consultórioTriagem, confirmação, resumo para o prontuário e post: onde a IA ajuda no consultório e o que a Resolução CFM 2.454/2026, o sigilo e a LGPD reservam ao médico.
- Quanto cobrar por consultaA CBHPM é referência de convênio, não regra do particular. Como formar o preço da consulta pela conta do custo da hora, usar a CBHPM como baliza e o que o Código de Ética Médica exige: ajustar o valor antes e nunca atrelá-lo ao resultado.
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