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Médico precisa de site? Quando o Instagram basta e quando não
Uma observação antes de começar: esta página é para o médico que está decidindo se cria o próprio site, não para quem procura um médico. Se você busca atendimento, o caminho é a busca da especialidade na sua cidade.
A resposta curta para o médico: não no primeiro dia, e sim antes do primeiro anúncio. O site não é o começo da divulgação, mas há um ponto do crescimento em que a falta dele passa a custar dinheiro, e dá para saber quando.
O que só o site faz
É o único endereço que é seu
Perfil de rede social é terreno alugado: a plataforma muda a regra, o alcance cai, a conta pode ser bloqueada por engano e o recurso demora. O site é propriedade, com o histórico e o endereço sob seu controle.
O Google lê, e rede social ele lê mal
Quem pesquisa o sintoma ou a especialidade encontra páginas, não posts. O conteúdo que responde às perguntas do paciente só disputa essas buscas se existir em um site, e é um ativo que trabalha por anos depois de publicado.
É onde o anúncio aterrissa
Campanha de busca mandando clique para perfil de Instagram desperdiça o clique: a pessoa cai num feed, se distrai e some. Página com a proposta clara e o botão de agendamento é o que transforma verba em conversa.
Sustenta a decisão do paciente de ticket alto
Quanto maior o valor do procedimento, mais a pessoa pesquisa antes. RQE, formação, estrutura e a explicação honesta do procedimento em página própria passam uma solidez que a bio de rede social não comporta.
Quando dá para esperar
- A agenda ainda cabe no Instagram mais a ficha do Google bem-feita, e o orçamento é curto
- Não existe rotina de conteúdo: site parado no ar envelhece e passa a impressão contrária
- A prioridade do trimestre é a base local, ficha, avaliações e atendimento, que devolvem mais rápido
O critério que resolve a dúvida: se o próximo passo do seu marketing é anúncio, o site vem antes. Se o próximo passo é arrumar a ficha do Google e o atendimento, o site espera sem prejuízo.
O que um site de médico precisa ter
Menos do que se vende. Uma página que diz quem você é com RQE e formação, as condições e procedimentos que você trata escritos na língua do paciente, endereço com mapa, e um caminho de agendamento que funciona no celular. Blog só se existir rotina para alimentar.
O que ele não pode ter é o que nenhum canal pode: promessa de resultado, depoimento de paciente e preço tratado como isca. As regras são as mesmas da Resolução CFM 2.336/2023 que valem para o Instagram, e o site responde por elas do mesmo jeito.
Sobre preço e propriedade
Site é custo de construção uma vez, mais manutenção pequena. Desconfie das duas pontas: do site de milhares de reais cheio de página que ninguém vai visitar, e da mensalidade baixa em que o site nunca fica pronto nem é seu.
E a pergunta que evita a dor de cabeça da troca de fornecedor: o domínio e a hospedagem ficam em nome de quem? A resposta certa é no seu. É um dos critérios da lista de como escolher uma agência de marketing médico.
Quer saber se o seu momento pede site, e o que ele precisaria ter no seu caso?
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